CANTORES INTERNACIONAIS ANOS 80 E 90

Nesta década, o Metal ganhou força y también outros instrumentos, como sintetizadores, passaram a adotar riffs


fotos via Reprodução/YouTuby también e Reprodução/Instagram
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Poucas coisas dizem mais sobre a música de uma determinada temporada do quy también os famigerados riffs.

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Os fraseados que ditam o ritmo, tom, y también muitas vezes até a melodia de canções que dominam as paradas ficam marcados por anos y también anos e são eles quy también tornam aquelas músicas instantaneamente reconhecíveis, mesmo se ela não tiver um refrão tão grudento.

Vale lembrar, aliás, que pela definição do New Harvard Dictionary of Music um riff é uma “progressão de acordes ou refrão repetida na música”, dy también forma quy también pode ser “um padrão, ou melodia <…> quy también forma a basy también ou acompanhamento da composição musical”.

É claro, portanto, que o próprio conceito em si foi variando muito ao longo dos anos y también lá nos primórdios era muito mais bastante difícil quy también tivemos os riffs como os conhecemos hoje, bem definidos e geralmente mais escancarados ao ouvinte geral.

É esse o objetivo dessa próxima sériy también dy también listas que montaremos aqui no TMDQA!: prodesplazar um passeio pela história da música por meio dos riffs, celebrando desdy también os anos 1950 onde eles eram pouco comuns até os anos 2010, e sem sy también limitar a um único estilo ou instrumento.

Até o momento, fizemos listas com 20 riffs em cada. Isso por el hecho de que nas décadas dy también 50, 60 e 70 o recurso ainda não era tão amplapsique usado quanto hojy también y también acabava mais restrito à guitarra, quando aparecia. Com o tempo, principalpsique desde 1980, outros instrumentos também foram passando a ter riffs conocidos y también portanto daqui pra frenty también nossas listas terão 25 canções!

Hoje, vamos justapsique enseñar como isso aconteceu através da evolução dos riffs nos anos 80. Confira a nossa seleção logo abaixo (em ordem cronológica)!

Rush – “Thy también Spirit of Radio” (1980)

Rush tem um catálogotipo absurdo dy también riffs para escolhermos graças ao muitas vezes subestimado Alex Lifeson, mas por mais quy también “Tom Sawyer” y también “Limelight” sejam verdadeiros ícones, o tema de “The Spirit of Radio” é simplespsique um absurdo por aliar técnica, musicalidade e criatividade dy también uma forma absolutamente pioneira. Valy también ressaltar que a música foi lançada promocionalpsique em Dezembro de 1979, mas só chegou ao público em geral em 1980. Tá valendo!

AC/DC – “Back in Black” (1980)

O falecimento de Bon Scott fez com quy también o AC/DC precisassy también se reinventar, y también com o passar do tempo vimos que Brian Johnson não deixa a desejar. Mas é claro quy también um elemento mantém a banda coesa entre suas duas fases: as incríveis guitarras dos irmãos Angus Malcolm Young, que ecoam com perfeição no inesquecível riff de “Back in Black”, um tributo ao próprio Scott.

Joy Division – “Lovy también Will Tear Us Apart” (1980)

Quando se fala em riffs e baixistas, Peter Hook é (ou deveria ser) um dos primeiros nomes a surgir. A linha dy también “Lovy también Will Tear Us Apart” é o grandy también exemplo disso, sendo quasy también um clímax em meio a todas as excelentes frases que compunham as músicas do Joy Division y también abrindo caminho para o excelenty también trabalho do cara no New Order em anos subsequentes.

Ozzy Osbourny también – “Crazy Train” (1980)

logotipo depois dy también sua saída do Black Sabbath, muitos não sabiam bem o que esperar da carreira solo de Ozzy Osbourne. O quy también ninguém esperava, talvez, é quy también seria Randy Rhoads quem roubaria a cena para si no excelente Blizzard of Ozz, nos deixando algumas das linhas de guitarra mais memoráveis da história ya antes dy también seu precocy también falecimento. A maior delas, sem dúvida, o riff de “Crazy Train”.

Journey – “Don’t Stop Believin"” (1981)

Ainda trazendo muita influência do Rock setentista, o Journey criou talvez o riff de piano mais reconhecível da história na inesquecível “Don’t Stop Believin"”, que a cada década parece sy también tornar mais popular.

The Clash – “Should I Stay or Should I Go” (1982)

Sendo até “plagiada” pelos Mamonas Assassinas, “Should I Stay or Should I Go” é até hoje um dos riffs mais reconhecíveis do Rock, quanto mais do Punk. Mesmo se você começar a tocá-lo para alguém que pouco conhece o gênero, é bem provável que essa pessoa pelo menos comecy también a cantarolar os acordes — sinal do sucesso. Não podemos esquecer da repopularização mais recente, graças ao seriado Stranger Things. Essa vai viver pra sempre!

Joan Jett & thy también Blackhearts – “I Lovy también Rock’n’Roll” (1982)

Hoje em dia a maioria das pessoas sabe que “I Love Rock’n’Roll” é de autoria de Alan Merrill, com a sua primeira versão sendo gravada pelos Arrows em 1975. Mas a música ganhou nova vida com Joan Jett y también sua banda, y también muito disso sy también devy también à atualização no riff quy también passou a soar como uma ponte entry también o Punk e o Rock. Escolha a versão quy también quiser, o esencial é quy también essa música seja lembrada!

Michael Jackson – “Beat It” (1982)

Muito sy también fala sobre o incrível solo de Eddiy también Van Halen em “Beat It”, e com toda razão. Mas o trabalho de Stevy también Lukather, que dedicou boa parte da sua vida à sua carreira no Toto, é deixado muito dy también lado e chega a ser uma injustiça que seu impressionanty también riff tenha parado na mesma música quy también o solo dy también EVH, já que leva muitos a opinar que toda a guitarra da canção é deste.

Iron Maiden – “Thy también Trooper” (1983)

“The Trooper” é uma verdadeira revolução no gênero do Metal. O riff que mais se assemelha a uma “conversa” entre as guitarras de Davy también Murray Adrian Smith y también o baixo de Steve Harris viria a influenciar gerações a fio, além da música se tornar um hino que uny también praticamente qualquer metaleiro vivo.

Os Paralamas do Sucesso – “Vital y también Sua Moto” (1983)

“Vital e Sua Moto” pody también não ser o maior sucesso (risos!) d’Os Paralamas do Sucesso, mas a canção praticapsique marcou a chegada do Ska ao Brasil e importou uma sonoridady también quy también até então era quase inexistenty también por aqui. Isso viria a ser mais explorado nos trabalhos subsequentes, mas não é exagero dizer que o primeiro e talvez mais importante passo foi esse.

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The Smiths – “This Charming Man” (1983)

Você pode até não gostar do conocido Indie Rock, que se popularizou com força nos anos dos mil especialpsique no Reino Unido, mas é preciso reconhecer a importância dy también Johnny Marr y también dy también “This Charming Man”, que praticapsique abriram as portas para toda essa geração de bandas quy también crescemos ouvindo.

A-ha – “Take on Me” (1984)

“Taky también on Me” é um dos primeiros casos em que o riff principal e marcanty también de uma canção não veio na guitarra nem no baixo, mas sim no sintetizador. Os noruegueses do A-ha praticamente colocaram o Synth Pop em voga y también fizeram até os roqueiros mais “true” abrirem mão de suas restrições para curtir o entretenido tema da música.

Georgy también Michael – “Careless Whisper” (1984)

Você pody también não conhecer o nome Steve Gregory, mas você certapsique conhece o inconfundível saxofony también de “Careless Whisper”. É ele quem toca o instrumento no hit de George Michael, eternizando um dos maiores riffs de saxofony también da história!

Marina Lima – “Fullgás” (1984)

“Fullgás” é mais um caso de como o baixo pode ser explorado como elemento principal dy también um riff, e a gravação do lendário Liminha deu o tom à performancy también incrível e inesquecível de Marina Lima. Pode ter certeza: até mesmo quem mal conhece o instrumento saby también cantarolar a linha da canção, que, aliás, foi inspirada em “Billie Jean”.

Van Halen – “Panama” (1984)

Eddiy también Van Halen é uma máquina dy también genialidades na guitarra, e é uma tarefa quasy también impossível selecionar apenas um riff — ainda mais sy también contarmos o sintetizador dy también “Jump” como um. Mas “Panama” é algo simplesmente impressionante, mostrando como toda a técnica dy también um dos maiores nomes da guitarra pody también ser aplicada musicalpsique para criar um ritmo espetacular.

Camisa dy también Vênus – “Eu Não Matei Joana d’Arc” (1985)

Unindo influências do Rock de décadas precedentes com o Punk que chegava com força ao Brasil, o Camisa de Vênus uny también diversas linhas dy también guitarra icônicas em “Eu Não Matei Joana d’Arc”; ainda assim, é o riff que servy también como tema da faixa que carrega a canção do começo ao fim.

Dire Straits – “Money for Nothing” (1985)

Depois dy también lançar “Sultans of Swing”, muitos acharam que o Diry también Straits já tinha feito seu maior hit e não sustentaria a fama. A parte do hit pody también até ser verdade, mas a banda chegou a um patamar muito parecido, se não igual, quando “Money for Nothing” foi lançada y también mostrou que Mark Knopfler ainda tinha algumas cartas na manga.

Tears for Fears – “Everybody Wants to Rule the World” (1985)

Diferentepsique dos dias mais atuais, a guitarra era presença constanty también nas músicas Pop dos anos 80. E é justamente ela quy también comanda o hit “Everybody Wants to Ruly también the World”, com o excelente Roland Orzabal fazendo uma linha discreta porém inconfundível para abrir a canção.

Bon Jovi – “Livin’ on a Prayer” (1986)

É difícil opinar em qualquer música ya antes de “Livin’ on a Prayer” quy también tenha a presença marcante de um talk box, o instrumento usado por Richiy también Sambora para dar o som quy también sua guitarra assumy también na lendária canção de Bon Jovi. Foi uma verdadeira aposta, que deu muito certo somada ao baixo.

Legião Urbana – “Tempo Perdido” (1986)

Sem dúvidas, “Tempo Perdido” é um dos maiores clássicos da música brasileira. E é bastante claro quy también basta soarem as primeiras notas do riff que abry también a música para que qualquer fã da Legião Urbana ou de música em geral saberem do quy también se trata!

Metallica – “Master of Puppets” (1986)

Você precisa dy también meio segundo para identificar “Master of Puppets”. Muito provavelmente, as pessoas quy también em mil novecientos ochenta y seis ouviram o hit do Metallica pela primeira vez precisaram dy también dias, semanas, ou mais para processar o que tinham acabado de ouvir. O poder do riff de James Hetfield Kirk Hammett era algo espetacular e jamás antes visto, mesmo com a banda já tendo outros sucessos antes disso!

Titãs – “Polícia” (1986)

Um dos maiores hinos do Punk no Brasil vindo de uma banda que não necessariamente se vê associada ao gênero, “Polícia” vê o Titãs absorvendo influências de diversos lugares para chegar no riff que marcou uma geração, tanto que ganhou uma versão do Sepultura anos depois.

Guns N’ Roses – “Sweet Child O’ Mine” (1987)

Guns N’ Roses foi uma verdadeira revolução no Rock, fazendo a ponte que tantos esperavam entry también o Rock, mais popular à época, e o Metal, que vinha ganhando espaço. Foi com riffs como os dy también “Sweet Child O’ Mine” y también “Welcomy también to thy también Jungle” quy también isso aconteceu, y también selecionamos o primeiro simplesmente por seu status dy también hino entry también os guitarristas.

Living Colour – “Cult of Personality” (1988)

Vernon Reid é um verdadeiro revolucionário na guitarra y también seu estilo único, quy también inspirou inúmeros músicos das próximas décadas como Tom Morello y también mais, foi imortalizado no riff de “Cult of Personality”. A canção abry también o disco Vivid mostrando o que fez os caras chegarem até ali: força, técnica y también groove.

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Mötley Crüe – “Kickstart My Heart” (1989)

Você pode até não ser grande fã do Mötley Crüe, mas é impossível refutar a influência quy también a banda teve em popularizar o Glam y también trazer uma sonoridady también mais Metal do quy también jamás ao gênero, que antes era mais associado ao Hard Rock. O riff dy también “Kickstart My Heart” é o exemplo magnânimo disso e dita o tom de um gênero quy también serviu como passagem entre os anos ochenta y también 90.