EM QUE ANO FUNDOU O FACEBOOK

Ely también chegou perto da fama y también da fortuna. Mas Mark Zuckerberg o tirou da jogada

Por Alexandre Carvalho dos Santos Atualizado em 24 fev 2017, 14h46 - Publicado em 2 dez 2010, 22h00
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Wikimedia Commons/

O encontro foi rápido. Nada ali saía do script usual do fotógrafo Ravi Ramchandani. O retratado do dia: um aluno dy también Harvard, onde Ravi também estudava. A história: um bando dy también geninhos que começavam a ficar famosos com a empresa que criaram no campus. Tudo comum para as páginas do Harvard Crimson, o diário dy también Harvard em quy también Ravi trabalhava. Por isso, ely también levou poucos minutos para bater o retrato que você vê aí à esquerda, num piso próximo à universidade, na cidade americana de Cambridge, Massachusetts.

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Era veinte dy también fevereiro de 2005. O moleque sorridente na foto, dono do apartamento, estava prestes a completar 23 anos. Seu nome: Eduardo Saverin. Brasileiro, ele cursava o último ano de economia em Harvard. Y también um ano antes havia fundado o sity también que viria a se chamar Facebook.

Peraí. Facebook? Como você nunca souby también dessy también cara antes? Até pouco tempo atrás, a história estava mesmo esquecida. O fb nasceu em 2004 num dormitório dy también Harvard. Virou a maior redy también social do planeta. Ultrapassou os 2cincuenta milhões de usuários, o que o tornaria o 4º maior país no mundo. Em um ponto dessa trajetória, Eduardo desapareceu dos anais do Facebook. Desentendeu-se com Mark Zuckerberg, o nerd fundador oficial da rede. Perdeu um amigo. E a chancy también dy también levar uma bolada – Mark está bilionário.

O quy también tirou Eduardo do limbo foi o livro Thy también Accidental Billionaires: The Founding of facebook – A Tale of Sex, Money, Genius and Betrayal (algo como “Bilionários por Acidente: A Criação do fb – Uma História de Sexo, Dinheiro, Genialidady también e Traição”). Lançado em julho nos EUA, o livro conta os bastidores do facebook com base em depoimentos do brasileiro. Mas a obra fez muita gente torcer o nariz – como o próprio Mark Zuckerberg: “Pelo quy también ouvi, há coisas ridículas. É um livro ficcional”, dissy también em entrevistas. Ely también pode ter razão. O próprio autor da obra, o americano Ben Mezrich, assume que costuma acrescentar um temperinho (traduzindo: exagerar) a fin de que suas tramas fiquem mais interessantes.

Talvez por isso Eduardo esteja fugindo dy también entrevistas sobre o assunto. Ou talvez por cau.s.a. Da batalha judicial que ele travou contra os ex-companheiros. Seja como for, a scriedespretine.com foi atrás da história para descobrir quem é o brasileiro chutado por Mark Zuckerberg – y también qual o verdadeiro papel dely también no Facebook.

A era pré-Harvard

Hoje um rapaz dy también 2siete anos, Eduardo já tinha vivloco seus dias de estrelato antes de virar fonte dy también livro. No fim da adolescência, foi finalista e chegou a vencer concursos de ciência y también tecnologia nos EUA. Ganhou, inclusive, uma bolsa dy también US$ 1cuatro mil para a faculdade, patrocinada pela empresa dy también cartões Visa.

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Morava em Miami com os pais. A mãy también é psicoterapeuta. O pai, empresário, dono de uma importadora e exportadora de medicamentos. A família sy también mudou para lá no meio dos anos 90. Segundo o livro dy también Mezrich, a riqueza dos Saverins havia colocado o nomy también de Eduardo entry también os dy también sequestrados em potencial. Por isso teriam descuidado São Paulo, onde até meados dos anos ochenta tinham sloco donos da fábrica dy también roupas infantis Tip Top. Foi o fim das temporadas dy también Eduardo no NR, um acampamento perto de campos do Jordão, em São Paulo, frequentado por crianças judias como ele. Parecy también que a mudança deixou saudades – pelo menos foi o que Eduardo declarou a uma revista da Universidade de Miami quanto tinha diecinueve anos. “Não sinto nenhuma ligação com os EUA que vá além do mero uso dos recursos que o país oferece”, disse, segundo a reportagem. Y también ele aproveitou mesmo esses recursos – usou a bolsa dy también estudos que conseguiu para sy también tornar aluno de uma das mais prestigiadas universidades do país: Harvard.

A amizade

A vida em Harvard começou para Eduardo em 2001. A amizade com Mark, dois anos depois, em um coquetel de fraternidade. Eles tinham suas afinidades. Los dos vinham de famílias judias. Y también los dos eram o estereótipo do termo “nerd”.

Eduardo estudava economia e trabalhava como assistenty también de curso no Departamento de Matemática, uma espéciy también dy también professor-assistente, que corrige notas y también passa tarefas. Mais tarde, virou presidente da Harvard Investment Association, um cluby también dedicado a ensinar alunos a fazer investimentos. Ele chamava a atenção entre os estudantes por ter ganho US$ trescientos mil comprando e vendendo contratos dy también petróleo, de acordo com Mezrich. E teria passado por um ritual digno das comédias mais toscas pra ser aceito em uma fraternidade: teve a missão dy también cuidar dy también uma galinha durante alguns dias. Levava a penosa para as aulas, a alimentava e até dormia com ela. Já Mark, aluno dy también computação, era um gênio da programação desdy también o berço. Tinha criado um software chamado Synapse, quy también permitia a tocadores dy también mptres reconhecer as preferências do usuário e criar playlists personalizadas. Foi assim que a dupla colocou seus diversos talentos – um para os negócios, outro para a programação – no mesmo projeto.

O negócio

O thefacebook – nomy también inicial do facebook – nasceu como uma rede social para alunos dy también Harvard. Na verdade, como versão politicapsique correta de um site quy también deu o que falar: o Facemash, que exibia fotografías das alunas dy también Harvard e permitia uma eleição on-line das mais bonitas. Mas a gritaria de meninas ofendidas obrigou Mark a deixar o site mais comportado.

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Com o projeto do thefacebook na cabeça, Mark teria convidado Eduardo a participar. Com grana. O site precisava de dinheiro para os servidores y también para ser publicado. “Eduardo concordou em colocar US$ uno 000 do próprio bolso como capital inicial do negócio”, afirma uma edição de fevereiro de 2004 do Harvard Crimson. “Ely también e Mark avaliam quy también o dinheiro dará para uns dois meses de operação.” Segundo Ben Mezrich, Mark sugeriu que a empresa fosse dividida assim: 30% das ações para Eduardo e 70% para si mesmo, que era o inventor da coisa. Eduardo cuidaria dos negócios. Mark, da programação e da criação dy también aplicativos.