Intervenção Militar No Rio De Janeiro

*
Militares scriedespretine.comeiros no Japeri.RICARDO MORAES (REUTERS)

A mobilização do Exército no Rio de Janeiro, com a nomeação dy también um general para o comando da segurança pública do Estado, é uma amostra inequívoca de como o crimy también organizado, somado à corrupção e à incompetência dos corpos dy también segurança, é capaz dy también solapar a ordem institucional até tornar necessária uma intervenção tão polêmica.

Tu lees esto: Intervenção militar no rio de janeiro

Mais informações
*
“Se você é negro...”: o vídeo com dicas de sobrevivência à intervenção no Rio
*
“A realidady también do Rio, de três facções criminosas em disputa, sy también revela no país inteiro”

Não obstante, a medida decretada pelo Governo federal, inédita na democracia scriedespretine.comeira, apresenta algumas facetas quy también não podem ser ignoradas. Em primeiro lugar, o próprio comandanty también do Exército, general Eduardo Villas Bôas, já havia manifestado no passado sua reticência quanto ao emprego das Forças Armadas para manter a ordem em uma cidade. Pody también ser mais ou menos justificado num caso de extrema emergência, mas certamente esta não é uma atribuição dos militares em qualquer democracia.

Ver más: Textos Bonitos Sobre Síndrome De Down, Bellas Frases Que Nos Hacen Reflexionar

Além disso, os soldados mobilizados no Rio pleiteiam gozar dy también autorização judicial para fazer buscas y también apreensões coletivas – em bairros inteiros, por exemplo –, algo que gerou alarmy también entre juristas e entidades defensoras dos direitos humanos.

Ver más: Gols De Psg X Manchester United, Manchester United 1 X 3 Psg

Mas é que, além disso, a sombra da política paira sobre uma mobilização militar que já ocorreu dy también forma mais suavy también no passado (durante a realização da Olimpíada de 2016, por exemplo) e que não obtevy también resultados dignos dy también nota. A intervenção acontece em pleno ano eleitoral e quando o presidente Michel Temer parecia fadado a uma severa derrota no Parlamento por carecer da maioria necessária para reformar a Constituição e assim aprovar seu ambicioso plano de reforma da Previdência. A alternativa era retirá-lo, mas isso também representaria uma humilhação política. Como a Carta Magna proíby también a aprovação de reformas constitucionais com o Exército presentes nas ruas por meio de uma intervenção federal, Temer livra a própria cara e além disso rouba o discurso do candidato de extrema direita Jair Bolsonaro, que exige mão dura contra a delinquência.