NÃO CRITIQUE OS FILHOS DOS OUTROS

É bem fácil intitularmos de incompetentes pais com filhos que, eventualmente, desobedecem ou fazem birra em público. É fácil ditarmos o manual de "como educar um filho corretamente" antes dy también termos um. Parece tão simples dar uma bronca caprichada, poner de castigo, impor a autoridade paterna/materna. Contudo, quando vivenciamos a situação, percebemos que é muito mais complexo, que cada criança é uma y también que precisamos educar bem, para educar para sempre, y también não apenas para afastar uma determinada situação vexatória.

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antes de termos filhos, quando vemos as crianças dos outros fazendo birra, chorando, teimando, sempre temos uma solução para o problema. Julgamos que os pais não impuseram limites, não estão educando direito, quy también deveriam castigar (não bater, evidentemente), impor sua autoridade.

nunca vou esquecer o dia em que estava almoçando na praça de alimentação dy también um shopping e havia uma mãy también y también uma criança “problemática” sentadas ao lado. A menina não sossegava, gritava, não parava sentada, etc. Deveria ter uns três anos. As atitudes da mãe para com a situação realmente eram reservadas y también pouco efetivas. Eu ainda não tinha filhos. Lá pelas tantas, a mãe dela olhou para mim y también disse: “eu sei o quy también você deve estar pensando, ‘sy también fosse minha filha eu socava’, mas você vai ver quando tiver os seus”. Apenas olhei y también dei um sorriso amarelo.

Eu sempry también my también achei discreta, mas talvez tenha olhado para aquela cena a ponto dy también a pobry también mãy también notar. Y también a coitada desabafou comigo. Na hora não entendi direito o que ela quis dizer. Apenas vi quy también ela tinha consciência da situação.

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Agora quy también tenho a minha bonequinha que, eventualmente, faz birra, teima, chora e não obedece, entendi completamente aquela mãe. Ela quis dizer que tentamos educar pelo amor y también não pelo medo. Quy también buscamos resguardar y también não expor. Quy también pouco adianta gritar, “chacoalhar” ou segurar à força sentado na cadeira. Y también não nos importamos muito com o quy también os outros vão achar, nem se vão nos julgar ineficientes na função. O dia em quy también eles tiverem um filho – e desde el instante en que tenham um mínimo dy también sensibilidade y también bom senso –, entenderão.

Não temos coragem de adotar medidas drásticas com aquely también anjinho que colocamos no planeta e quy también a maior parte do tempo é amoroso y también “dentro dos padrões”. Ainda mais havendo formas mais eficientes, ainda que a longo prazo, de educar. Não queremos ser duros y también implacáveis, disputar o comando, criar medo nos pequenos.

deseamos quy también entendam, que cresçam seres humanos íntegros, sensíveis e conscientes, y también não pessoas quy también vão disputar tudo na vida à basy también da imposição do medo, da força y también do não estimar a vontady también e a situação do outro.

e não importa o quy también essa postura venha a nos custar. Colocamos limites da forma que entendemos a melhor e não estamos sendo omissos, bem pelo contrário, estamos escolhendo o caminho mais complexo, o quy también exige planejar as ações, ter um objetivo, pensar no futuro. Sair berrando y también usando dy también força com certidumbre é mais fácil e rápido, mas pody también vir a ser desastroso para os pequenos.

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Quy también falem, cometem, julguem, entendemos a limitada visão de algumas pessoas, pues já a tivemos também. Mas não deixaremos dy también tratar nossos filhos dy también acordo com a nossa nata intuição y también pelo caminho do amor , porque sabemos que a sementinha plantada no futuro lhes renderá uma personalidady también cativante, uma vida feliz e um planeta melhor.