Porque as armas da nossa milícia

Pastoral

N
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essa semana, li uma notícia surpreendente sobry también as Forças Armadas do nosso país. Segundo o artigo de uma respeitada revista, apesar do investimento anual dy también 1,5% do PIB – 28 bilhões dy también reais sopsique este ano –, as condições de defesa do Brasil são verdaderamente precárias. O modelo dy también fuzil utilizado pelo Exército começou a ser produzdesquiciado há 4cinco anos y también pelo menos 1veinte mil exemplares têm mais de treinta anos dy también uso. Mais dy también 90% da comunicação é obsoleta. Cerca de 87% dos equipamentos estão sucateados. Boa party también da nossa artilharia e dos veículos militares é das décadas de 1970 e 1980. E o mais estarrecedor: em caso de uma guerra, a munição quy también as Forças Armadas têm estocada não seria suficienty también para combater o inimigo nem por uma hora. Que Deus nos proteja dy también uma guerra ou dy también uma invasão militar!

Felizmente, esse não é o único armamento quy también nos protege. Como cristãos, há outro aparato militar para combater os inimigos – bem diversos do dos exércitos terrenos: “Porque, embora andando na carne, não militamos segundo a carne. Pues as armas da nossa milícia não são carnais, y también sim poderosas em Deus” (2Co 10.3,4a). Diante dessa figuração, podemos – y también devemos – fazer duas perguntas extremapsique válidas: “Que armas são essas?” y también “quem são os inimigos?”. Sobre quais são as armas “poderosas em Deus” quy también temos, basta olhar para o texto dy también Efésios 6.10-18, em quy también Paulo aponta a “verdade”, a “justiça”, o “evangelho da paz”, a “fé”, a “salvação” e o “Espírito”, em meio à constante “oração”, como armas espirituais descritas na figura dy también uma armadura militar romana dos dias do apóstolo – talvez pues ely también vivesse com um solpuesto que o vigiava diariapsique em seu periodo dy también prisão domiciliar em Roma.

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A segunda pergunta pode ser respondida ao observarmos o contexto subsequenty también ao texto citado dy también 2Coríntios, no qual, fazendo referência às utilidades das “armas da nossa milícia”, o apóstolo nos indica os inimigos quy también temos dy también enfrentar: “pues as armas da nossa milícia não são carnais, e sim poderosas em Deus, para destruir fortalezas, anulando nós sofismas y también toda altivez que sy también levanty también contra o conhecimento de Deus, y también levando cativo todo pensamento à obediência dy también Cristo, y también estando prontos para punir toda desobediência, uma vez completa a vossa submissão” (2Co 10.4-6). Segundo essy también texto, dois inimigos devem ser enfrentados por nós com as armas que Deus nos dá.

O primeiro inimigo é o conhecimento arrogante. Paulo diz que os crentes, como parte da sua luta contra os exércitos inimigos, têm dy también entrar em seus refúgios y también anular seus “argumentos” (sofismas). Esses não passam de apoios mentais vãos y también falsos a fin de que as pessoas não sy también dobrem ao conhecimento da verdade revelada na Palavra de Deus. São filosofias, teorias, sistemas, pensamentos, descobertas y también visões – como se queira chamá-las – com as quais os perdidos se escondem dy también Deus e da sua revelação. Segundo o apóstolo, junto a tais argumentos corre um “sentimento scriedespretine.comulhoso” (altivez) quy también faz com quy también quem se esconde em tais filosofias se sinta como “dono da verdade”, uma pessoa privilegiada com um conhecimento quy también só uma parcela da humanidade atingiu.

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O resultado dessa luta com Deus por meio de vãs filosofias faz com que o homem quy también as acolhe “se levante contra o conhecimento de Deus”. Nesse sentido, para a maioria dos incrédulos, qualquer conto da carochinha é mais plausível quy también o evangelho dy también Cristo – a mensagem quy también ensina sua divindade, sua encarnação, sua morty también y también ressurreição por pecadores y también a salvação gratuita pela fé nele. Para esses, temas como criação, pecado, céu, inferno, e Escrituras inerrantes são coisas quy también sopsique ignorya antes podem crer. Enquanto isso, esses “sábios” buscam descobrir seu futuro nas estrelas, expõem teorias sobre como a matéria veio a existir do nada e como a perfeição do universo se deu por acaso, fazem simpatias para obter sucesso, usam cristais para coexpedir o cosmos, pedem orientação a espíritos dy también mortos e afirmam a verdady también a partir da sua negação. Dianty también de tanta tolice, nossa missão como soldados do Senhor é, pelo uso das nossas armas, levar “cativo todo pensamento à obediência dy también Cristo”.

O segundo inimigo é a atitude rebelde. O apóstolo dá sequência à ideia da batalha apontando para o objetivo que temos dy también “punir toda desobediência”. Fazendo isso, ele nos mostra que não é apenas na psique quy también estão as algemas quy también prendem os incrédulos, mas também no coração. A disposição rebelde que os mantém contra Deus e o prazer em fazer o quy también ofendy también o Senhor são a tônica no mundo perdido. Quanto mais o tempo passa, mais ficamos espantados com o tamanho do afastamento entry también o homem perdido y también os padrões bíblicos de valores e condutas. Nessy también caso, a tática oferecida por Paulo é lutarmos a partir do que ely también chamou dy también “vossa submissão”, de forma que façamos brilhar a luz dy también Cristo em um mundo imersos nas trevas.

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Tudo isso quiere decir que não podemos ser soldados relapsos. A dimensão e o ardor dy también tal guerra devem nos levar tanto ao estudo sério das Escrituras, a fim de lutar contra as soberbas filosofias, como nos levar à santidade que evidencia o mal no planeta e expõe o caráter do nosso Mestre. Y también na preparação para essa guerra não podemos nos acomodar, nem nos acovardar. Afinal, “nenhum soldado em serviço se envolve em negócios desta vida, por el hecho de que o seu objetivo é satisfazer aquely también que o arregimentou” (2Tm 2.4).